GLOSSÁRIO

Glossário da reciclagem industrial.

Os principais termos sobre resíduos, reciclagem, licenciamento e documentação, explicados de forma direta.

Resíduos complexos na Aço Marajoara
25termos explicados
Aproveitamento
Parcela do resíduo recebido que volta a ser usada como matéria-prima. Na Marajoara, o aproveitamento dos resíduos complexos chega a 98%.
CDF (Certificado de Destinação Final)
Documento emitido pelo destinador que comprova que o resíduo recebeu destinação ambientalmente adequada. Leia o guia.
CETESB
Companhia Ambiental do Estado de São Paulo, responsável pelo licenciamento e pela fiscalização ambiental em São Paulo.
Descomissionamento
Conjunto de atividades de desativação e retirada de instalações ao fim da sua vida útil, como plataformas e linhas de operações off-shore. Gera grandes volumes de resíduos complexos.
Destinação final ambientalmente adequada
Destinação que inclui reutilização, reciclagem, compostagem, recuperação e aproveitamento energético, entre outras, conforme a Lei 12.305/2010.
Disposição final ambientalmente adequada
Distribuição ordenada de rejeitos em aterros, seguindo normas ambientais. Pela PNRS, só deve receber o que não pode ser reaproveitado.
Economia circular
Modelo em que materiais voltam à cadeia produtiva em vez de serem descartados. A reciclagem de resíduos em matéria-prima é uma das suas bases.
Resíduos eletroeletrônicos
Equipamentos e componentes elétricos e eletrônicos descartados. Reúnem metais, plásticos e placas, e precisam de destinação adequada para cada material.
Gerador de resíduos
Pessoa física ou jurídica que gera resíduos em suas atividades. Pela PNRS, responde pela destinação ambientalmente adequada do que gera.
IBAMA
Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, órgão ambiental federal. A Marajoara opera com licenciamento junto ao IBAMA.
INEA
Instituto Estadual do Ambiente, órgão ambiental do estado do Rio de Janeiro. A unidade da Marajoara, em Japeri, opera com licenciamento junto ao INEA.
Logística reversa
Instrumento da PNRS que viabiliza a coleta e a devolução de produtos e resíduos ao setor empresarial, para reaproveitamento ou outra destinação adequada.
Matéria-prima secundária
Material recuperado de resíduos que volta à produção industrial, como metais separados por tipo e qualidade.
Metais ferrosos
Metais que têm o ferro como base, como o aço e o ferro fundido. Veja as diferenças.
Metais não ferrosos
Metais que não têm o ferro como base, como cobre, alumínio, latão, bronze, chumbo e zinco.
MTR (Manifesto de Transporte de Resíduos)
Documento que acompanha o transporte do resíduo do gerador até o destinador. Leia o guia.
Resíduos off-shore
Resíduos gerados em operações marítimas, como as de exploração e produção de petróleo e gás. Muitos combinam camadas metálicas e poliméricas e são considerados complexos.
PGRS (Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos)
Documento exigido pela PNRS para determinados geradores, que descreve como os resíduos da empresa são gerados, armazenados, transportados e destinados.
PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos)
Lei 12.305/2010, que organiza a gestão de resíduos no Brasil. Leia o resumo para indústrias.
Rastreabilidade
Capacidade de acompanhar o resíduo da geração até a destinação, com pesagem, documentos e registros de cada etapa.
Resíduo complexo
Resíduo formado por materiais diferentes unidos entre si, que o mercado tradicional não consegue processar. É a especialidade da Marajoara.
SEMADES
Órgão junto ao qual a Marajoara também mantém licenciamento, como parte do seu licenciamento completo.
SIGOR
Sistema Estadual de Gerenciamento Online de Resíduos Sólidos de São Paulo, ligado à CETESB, usado para emissão de MTR e controle de resíduos no estado.
SINIR
Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos, que reúne o sistema nacional de MTR.
Sucata
Material metálico descartado que pode ser reciclado e voltar à indústria, como na produção de aço.